Sexta, 24 de Abril de 2026
21°C 30°C
Paraíso do Tocantins, TO
Publicidade

MPTO processa prefeito, secretário e suposto servidor fantasma e cobra devolução de R$ 62 mil

Servidor cursava Medicina em período integral, com atividades presenciais em Palmas.

Gilberto Moraes
Por: Gilberto Moraes Fonte: Ascom
24/04/2026 às 09h38
MPTO processa prefeito, secretário e suposto servidor fantasma e cobra devolução de R$ 62 mil
Foto: Divulgação

O Ministério Público do Tocantins (MPTO) ajuizou Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa contra um servidor contratado como médico-veterinário, além do prefeito e de um secretário municipal de Pequizeiro, após indícios de pagamento de salários sem a efetiva prestação do serviço público.

De acordo com a ação, o servidor foi contratado em julho de 2024 para cumprir jornada de 40 horas semanais. No entanto, simultaneamente, cursava Medicina em período integral, com atividades presenciais em Palmas, a cerca de 251 quilômetros do município. Para o MPTO, a distância e a carga horária acadêmica indicam incompatibilidade com o exercício regular da função.

A apuração foi conduzida pela 2ª Promotoria de Justiça de Colmeia, que requisitou informações à instituição de ensino e à prefeitura. Conforme a ACP, a faculdade confirmou a matrícula ativa e a participação em atividades presenciais desde janeiro de 2023. Já o município alegou “flexibilização” da jornada e informou o desligamento do servidor, mas não apresentou integralmente a documentação solicitada.

Continua após a publicidade
Anúncio

Segundo o promotor de Justiça Matheus Eurico Borges Carneiro, os documentos enviados não comprovam de forma suficiente a execução das atribuições do cargo, como fiscalização de alimentos de origem animal, controle de animais errantes, combate a zoonoses e inspeção de estabelecimentos.

Pedidos à Justiça

Na ação, o MPTO pede a condenação dos envolvidos ao ressarcimento de R$ 61.889,68, valor referente aos pagamentos considerados indevidos, corrigidos até abril de 2026.

Também foram solicitadas as sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa, além de indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 30 mil para cada um dos envolvidos.

Continua após a publicidade
Anúncio

O Ministério Público requereu ainda, em caráter de urgência, a apresentação de cópias dos contratos firmados com o servidor e do ato oficial de exoneração.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Paraíso do Tocantins, TO
27°
Tempo nublado
Mín. 21° Máx. 30°
29° Sensação
2.27 km/h Vento
70% Umidade
100% (3.65mm) Chance chuva
06h19 Nascer do sol
18h07 Pôr do sol
Sábado
28° 20°
Domingo
29° 20°
Segunda
29° 20°
Terça
28° 21°
Quarta
28° 20°
Publicidade
Banner Publicitário
Publicidade
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,02 -0,12%
Euro
R$ 5,87 +0,07%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 414,218,86 +0,00%
Ibovespa
190,924,73 pts -0.25%
Publicidade
Publicidade
Enquete
Nenhuma enquete cadastrada
Publicidade
Anúncio